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    Domingo, 4 de Novembro de 2007

    Produtores defendem novo canal generalista

    A Associação de Produtores Independentes de Televisão (APIT) diz que há espaço para um novo canal, contrariando, assim, os argumentos de Pinto Balsemão, presidente da SIC. O raciocínio da APIT, segundo a sua secretária-geral, Susana Gato Ribeiro, assenta no volume de facturação daquele canal, da RTP, da TVI e do cabo, que, tudo somado, rondou os 726 milhões de euros.

    A secretária-geral da APIT discorda do presidente da   e explicou porquê numa conferência sobre ‘O Desafio da TV Digital’


    A APIT, como explicou a sua secretária-geral, esta semana, na I Conferência ‘O Desafio da TV Digital’, promovida pelo Institute for International Research, considera possível e viável manter um canal de TV generalista rentável. “O dr. Balsemão diz que não, mas nós entendemos que sim”, afirmou aquela jurista, lembrando o volume de facturação em 2006.

    A associação considera, por outro lado, que haverá mercado para a captação de mais anunciantes. Os números, de resto, não deixam dúvidas à APIT. Até Junho, o mercado publicitário progrediu 4,1%, “tendo o investimento nos canais generalistas crescido 2,4% e nos do cabo 21%” face ao período homólogo do ano passado. E, fazendo fé nos elementos actuais, a APIT estima que, em finais de 2007, “o mercado publicitário deva atingir os 800 milhões de euros”. Os canais generalistas deverão captar entre 50 a 55% daquele montante e, ainda de acordo com a APIT, já têm os planos de publicidade “preenchidos até meados do primeiro trimestre de 2008”.

    Um novo canal trará evidentes benefícios aos produtores, como reconhece, ao CM, Susana Gato Ribeiro, lembrando que o digital para o sector não constitui novidade. No entanto, afirma, “a difusão digital terrestre implicará um maior investimento em meios técnicos” por parte dos produtores, que são cada vez menos. O aparecimento de mais um canal poderá, pois, dar algum fôlego a um sector ávido de exportar conteúdos, mas a APIT frisa que quem ganhará mais com a Televisão Digital Terrestre (TDT) será o telespectador, por passar a dispor de uma TV com muito melhor qualidade de recepção, a nível de som e imagem.

    PRODUÇÃO MUITO BAIXA

    Um novo canal poderá reabilitar a produção independente, cada vez mais debilitada, bastando, para tanto, referir que, em 2000, a APIT congregava 30 produtores e o volume de negócios ascendia a 150 milhões de euros. Hoje há 15 produtores de televisão que integram a associação e o volume de negócios baixou para menos de metade, mais exactamente 60 milhões de euros.

    O desaparecimento, em termos práticos, de muitas empresas resulta de vários factores, destacando-se o aumento substantivo da produção interna das TV portuguesas. “Produzem entre 60 e 70%”, diz-nos Susana Gato Ribeiro, que ficou ontem a saber que a TV pública brasileira – o início das emissões está previsto para 2 de Dezembro – terá 40% de produção independente, outro tanto de produção regional, sendo o remanescente, isto é, 20% dos conteúdos feitos pela própria empresa recentemente criada pelo governo de Lula da Silva.

    CONTAS PARA UM NOVO CANAL

    - 15 a 20 é a média de percentagem de share necessária para que seja rentável.

    - 30 é a média de minutos aconselhável para cada um dos vários blocos de notícias de uma grelha diversificada.

    - 75 a 100 é o número de milhões de euros que deve ser inscrito no orçamento anual.

    Fonte: C.M. Online

    publicado por cuscos televisivos às 16:38

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